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quarta-feira, 27 de maio de 2009

A torcida tricolor é massa!





por Luciana Amâncio


O Bahia sempre teve um diferencial em relação aos outros clubes, sejam baianos ou brasileiros. Estando na série A, B ou C, o tricolor de aço vem revestido com uma força a mais. É essa uma força estranha? Não, não é. Todos a reconhecem quando ela se mostra através do grito: Bahia, Bahia é minha vida, Bahia é meu orgulho, Bahia é meu amooor! Essa força é a torcida, que acompanha o time onde ele estiver, literalmente.
A maior prova de amor dessa massa foi no ano de 2007, quando o clube obteve a maior média de público das três séries disputadas no Campeonato Brasileiro se encontrava na série C. Esse dado foi divulgado em rede nacional pelos canais televisivos. O fato de o time estar na última divisão do campeonato parecia dar mais gás a essa multidão de tricoloucos.
Quando a equipe anda “mal das pernas”, lá está ela, como uma mãe que grita com o seu filho para que ele não desista, mas para que lute até o fim. Às vezes esse grito é tão intenso que quando acompanhamos o jogo pelo rádio, perdemos vários lances comentados, porque só se houve a voz da torcida massiva ecoar.
Perdendo ou ganhando, não importa. Ela sempre está lá, de prontidão, para apoiar e também reclamar, quando necessário for. Não falta gente para dizer que torcedor do Bahia é descarado, porque o time perde e ele ainda veste a camisa no outro dia, na maior cara de pau e vai para o estádio de novo. Mas a denominação está errada. Torcedor do tricolor não é descarado, é FIEL.
E é justamente essa fidelidade e esse amor incondicional ao clube que não deixa o Esporte Clube Bahia se esvair. E é essa nação responsável pelas emoções e arrepios proporcionados jogo a jogo, através de suas canções e seus gritos de guerra, seja na Fonte Nova, no Jóia da Princesa, no Pituaçu, ou até na Lua. Obrigada nação tricolor, por ser fiel, ou descarada, como queiram chamar, porque pra mim você é massa!!!!!!!!!!

O Viajante do Mundo





por Gabriel Ramacciotti


Para Stuart o mundo é a sua casa. Viajante compulsivo ele já viu de tudo um pouco nessa vida. Aos 13 anos, ele sabia que a sua alma ia além das quatro paredes do seu quarto. Durante longas noites da sua adolescência ele se imaginava em vários lugares do planeta, assim conhecendo pessoas, culturas e acima de tudo conhecendo as maravilhas do mundo. E aos 20 anos toda essa imaginação se concretizou.
Agora com 29 anos ele parou as suas andanças pelo mundo, para fazer um balanço. No seu quarto ele recordou a sua primeira viajem, na qual teve grandes surpresas. Em 1996, Stuart se encontrava na América do Sul, mais precisamente na Argentina. Em Buenos Aires, a capital do país, Stuart conheceu uma argentina que lhe ensinou a dançar o verdadeiro tango. Ela foi a primeira de várias que ele conquistou com essas andanças pelo mundo.
Em Março daquele mesmo ano, ele conheceu o Uruguai e por meses adentro o Chile, Peru, Colômbia e Venezuela fizeram parte do seu destino. No primeiro mês de 1997, Stuart se encantou com a savana africana e toda a sua magia que aquele lugar passa. E foi lá que ele tocou pela primeira vez em um filhote de leão, vencendo o seu medo de animais. Meses depois, ele se encontrava em Cairo no Egito, ali ele conquistou uma dançarina de dança do ventre que lhe mostrou todos os mistérios daquela terra.
Da África a Europa, conhecendo assim Portugal, Espanha, França e Itália. Sendo quem em Roma ele realizou um sonho que foi tocar nas paredes do Coliseu. Na Suíça, Stuart passou por uma situação nada agradável, foi assaltado e assim perdendo todo o seu dinheiro. Com amizades que fizera acabou conseguindo um emprego em uma fábrica de chocolates suíços. Aqueles foram os meses mais doces da sua vida.
Em 1998, Stuart se encontrava na China e teve um grande choque cultural ao experimentar as excentricidades da culinária chinesa. No Japão se encantou com o colorido das luzes na cidade de Tóquio. Espantou-se com a quantidade de gente que atravessavam as ruas da cidade e sentiu pela primeira vez saudades da sua terra, a cidade de Sena Madureira no Acre. Da Ásia para a Oceania, em Sidney ele sentiu toda a adrenalina de uma cidade que não para. Em uma boate famosa da cidade, Stuart provou pela primeira vez pílulas de êxtase. Atordoado com o efeito desmaiou e só acordou em um leito de hospital. Dias depois riu de toda a situação que passou.
Agora deitado na sua cama ele viu o quanto ele ganhou nessa jornada pelo mundo. O quanto o mundo é maravilhoso e acima de tudo o quanto as pessoas são fantásticas. Stuart sentiu que o mundo está livre para qualquer um que um dia faça o que ele fez e sentiu também que a liberdade é tudo na vida de um ser humano. Em seus pensamentos, se ele morresse hoje seria a pessoa mais feliz de todo esse planeta, por ser um viajante do mundo.

O muquifo e as sardinhas




por Aricelma Araújo


É de manhã e só se ver o corre- corre, estica-estica de braço, e os buzús param. Uma multidão se aproxima e começa a batalha por um lugarzinho, que diariamente é disputado por gordos e magros. O destino de muitos é o mesmo: o trabalho.
O motorista apressadinho, ameaça puxar o ônibus e daí o espreme-espreme na porta. Uns vão e outros ficam. Penso eu: “Jesus, eu dentro daquele quitute, morro sufocada”.
Bem nem o pensamento sai da cabeça e lá vem ela, devagarzinho, pirraçando, catando, desfilando, matracando, e com um tantão de sardinhas espremidas.
Sem querer chegar, chegando, ela chega e ai vamos nessa. Um passa, outro passa, um se ajeita, o outro desajeita, o livro cai, um pega, o outro pisa. A catraca trava e ninguém passa. A viagem atrasa e lá estamos mais um dia como sardinhas na topic Castelo Branco x Aeroporto.
E no corre-corre, o cobrador grita: Ô galera vai para o fundo. Aperta mais, que dá pra todo mundo. Um passageiro já irritado responde: Seu filho de uma puta , bote sua mãe aqui, pra você ver o gostoso. Aqui não cabe mais ninguém não”. E parando entre um ponto e outro, vou escutando os gritos e murmúrios.
O que ninguém sabe, é que toda aquela ganância do cobrador por passageiros, é porque aqueles filhos de uma mãe ganham por comissão, ou seja, cada cabecinha que estiver espremida ali dentro, lhe dá alguns centavinhos a mais no final do dia.
Desce a ladeira da Nestlé, e mais um dia os coração dos pobres passageiros na mão. Vira ou não vira? Eis a questão. Ninguém nunca sabe, porque eles seguram o freio e depois descem avionados. Como muita gente medrosa, me dá um friozinho na barriga como se eu estivesse dessaranjada.
Para no próximo ponto, alias fora do ponto. Mesmo como sardinha, uma estudante quer viajar também. O cobrador grita: Ô veio mais pra lá, agente ta no meio da pista. E o idiotizado do motorista, faz zig-zag, gozando da cara da garota: “Se eu atropelar ela, ela vai para o H já era”. O HGE já mudou de pronúncia. Penso eu, se essa moda pega!!!
Sobe a garota desconcertada e mais uma vez o grita. Naquela muvuca, muitos entram e poucos saem.
A cada metro completado, mas o caminho se torna longo. Pois o pára-pára nunca pára.
Lá vai mais um dia de stress dentro das carroças de Castelo Branco à Aeroporto. Ninguém nunca salta para eu dá uma descansadinha. O suor vem no rosto, a maquiagem derrete. “Ô meu deus, quanta pobreza. Tira-me daqui. Não agüento mais essa vida, me dê até um fusquinha veio”, é o que digo sempre à uma turma que vem empilhada junto comigo, nas subidas e descidas do percurso. Uma passageira murmura: “Êta que essas duas aí conversam. Não sei onde elas acham tanto assunto. Parece até nega do leite”. Uma colega, dona de uma língua nada grande reage: “É para passar o tempo e esquecer esse cheirinho de cecê que tá arruinando meu estômago. Alías cheirinho não. Cheirão. Porque o negócio aqui ta preto. O kkkkkkk começa. E alguns passageiros fazem caras e bocas. Sentem-se desconfiados.
Chega a garganta de São Marcos, e lá está as malditas filhinhas de carro. “Aiiii, não vou chegar hoje. Hoje é dia, de meu patrão me pagar. Lenhar comigo”.Todos riem. Sabe lá o que esse pegar, lenhar, significa. A jovem se esquiva e coloca seu rosto na janela. “Foi o calor que subiu”, grita um carinha ousado que todos os dias pega o ônibus alguns pontos depois de mim. Ousado e cara-de-pau, porque ela está cansada de tomar cotoveladas e mesmo assim insiste, em falar baboseiras no meu pé de ouvido. “Afffff dô conta disso não Cecel”, é o que diz Jojó, colega da faculdade. E eu respondo: “Ele é cego, não se enxerga”.
E lá vamos nós, mas um dia espremidas, descabeladas, amassadas, desconsideradas, desmaqueadas, porque naquele muquifo ninguém respeita ninguém.. “Cara você está roçando em mim”, é isso companheiro que você pode escutar se pegar essa maldita topic.
O sistema é bruto. E eu e mais uma coleguinha da sala, e muitos outros passageiros todos os dias 6h45 da manhã estamos na mira de sermos amassadinhos, salsichinhas, sardinhas destes topiqueiros de quinta categoria, como dizem por ai.

No fim do mundo





por Lívia Machado


Lá vou eu de novo a fim de conhecer outros bairros da cidade.Por curiosidade em relação ao nome, fui para a Praça do Anjo Mau, localizada no Bairro de Beiru. Da minha casa até o destino final dá cerca de 40 minutos de ônibus e 20 minutos de carro, dessa vez, quis conhecer o local indo de ônibus para observar os detalhes da praça, as pessoas, o comércio e se há crianças brincando em parquinhos, se há namorados que fazem juras de amor eterno no banquinho da praça debaixo da árvore, ou idosos caminhando para manter a saúde equilibrada.
Entre tantos pensamentos lembrei-me da questão da Apocalipse e continuei seguindo em direção a Praça do Anjo Mau. Entre tantos pensamentos vieram algumas questões: será uma praça onde tem uma concentração de pessoas que curtem som de rock e punk e colocam o som nas alturas? É Chamada assim por ter muitas assombrações e maldições no local? Em vez de ser uma praça é uma ladeira inclinada que não permite segurança nenhuma para o motorista? E entre tantas questões de certa forma me deixou com medo, mas a curiosidade foi maior e continuei dentro do ônibus.
O lugar parece mesmo, regido pela energia negativa, os carros transitam pelas ruas sem respeitar os pedestres e vice versa, as pessoas que freqüentam ficam com expressões de estarem eternamente de mau humor, existem poucas crianças e existem grandes católicos com uma folha de palmeira em uma das mãos e na outra a bíblia. A Praça de Anjo Mau não é bem uma praça como a do bairro do Campo Grande onde existem elementos que nos fazem lembrar uma praça da cidade ou até mesmo dos pequenos interiores do estado.
Pode ser até engraçado, mas a Praça do Anjo Mau não tem banquinho, não existem arvores para dar sombra, não tem pessoas vendendo cachorro-quente ou algodão doce para as crianças, não tem casais fazendo promessas de casamento ou a escolha do nome dos filhos, existem muito comércio e uma barraquinha voltada para os fieis do candomblé vendendo contas, folhas para a purificação e imagens de esculturas dos orixás.
Sentada em um bar e observando as pessoas, o local e o costume daqueles que nos cercam chamei o garçom cujo nome era de anjo também, Gabriel, um negro, alto, forte e com os olhos castanhos claros e nada de sorriso, como de costume de todos aqueles que vivem na Praça do Anjo Mau. Pedi ao garçom um refrigerante.
Depois de ele trazer o refrigerante comecei a questionar o porquê do nome da praça.
- Amigo você sabe o porquê o nome dessa praça?
Um senhor, barbudo, com camisa azul, calça branca, aparentemente deveria ter 72 anos, bebendo cerveja, estava sentado atrás de mim, se meteu na conversa e disse que aquele local foi chamado assim no inicio da década de 80 onde haviam muitos acidentes de carros, atropelamentos e os maiores índices de furtos de veículos e carteiras se localizavam ali e depois disso o local só é conhecido em todo bairro Beiru como a Praça do Anjo Mau.
Questionei mais uma vez com outra pergunta:
- Onde ficam os policiais nesta questão? E os políticos?
Gabriel olhou e mandou eu levantar da cadeira e pediu para que observasse a rua e falou com uma voz rouca como estivesse triste:
- Senhora, Deus se esqueceu de nós, agora imagine os policiais e os políticos?
Agora, quem ficou calada fui eu e parei para observar o que ele havia falado. Realmente, Deus e os homens de poder deveriam olhar mais aquele local castigado pela prefeitura. As ruas não têm uma sinalização para os motoristas, os pedestres andam quase no meio da rua devido a algumas barracas de camelô que ficam vendendo de bijuterias até objeto para decoração da casa, música alta na luz do dia não respeitando a lei do silêncio e alto índice de roubos, pensei como Gabriel tinha razão.

Encontro nao marcado com uma grande amiga




por Priscila Bastos


Tudo começou em dezembro de 2006. O professor de artes, Calisto Filho, 30 anos, foi até uma clínica médica para uma consulta e realização de alguns exames e enquanto aguardava o atendimento com o médico, deu início à leitura de um livro na sala de espera.Então chega uma moça vaidosa, de salto alto, maquiada e com bijuterias por todo corpo. Ela estava com um semblante tenso e parecia um pouco ansiosa, pois não sentava e circulava muito na sala de espera, até que se sentou próximo a Calisto e começaram a conversar. Logo se notou uma afinidade total! Ambos super comunicativos e que adoram fazer amizades. O teor da conversa foi bastante diversificado, conversaram sobre família, amizades, trabalho, saúde, gosto musical e hobby preferido. A conversa foi interrompida quando a atendente chamou: Ana Lúcia mais conhecida como “Ana Lú” para ser atendida e então Ana Lúcia e Calisto de despediram.O atendimento para Calisto demorou muito neste dia, pois o médico havia se atrasado. Quando Ana Lú saiu da sala do seu médico, Calisto ainda aguardava atendimento, então aproveitaram para conversar mais e trocar números de telefones.Neste dia, 13 de dezembro de 2006 nasceu uma grande e intensa amizade que hoje chega ao seu terceiro ano. Esta amizade deu e dá grandes frutos que se estendem até aos laços familiares. O professor de artes, na casa de Ana Lúcia, é conhecido como “Cali” o amigão da família que já teve a oportunidade de participar de alguns momentos da família de Ana, como aniversários, casamentos de sua irmã, visita de domingo para conversar e minimizar a saudade.A bem humorada Ana Lúcia, conhecida no núcleo familiar de Calisto como “Ana Lú”, também apresenta lugar de destaque. Já participou de diversos momentos de família, como: aniversários, viagens, formaturas da irmã de Calisto, visitas entre muitos outros momentos.Ana Lú com seu jeito simpático, carinhoso, divertido e com uso constante de seus bordões: “kkkkkk......pra você” e “Presta atenção” cativou e conquistou a todos da família do novo amigo.Foram muitos os momentos especiais e descontraídos, como ligações constantes para dizer bom dia! Viagens para Amargosa e Chapada Diamantina. Passeios para compras em Shopping, sair para desabafar problemas, conselhos, troca de confidências e brincadeiras diversas.O encontro de “Ana Lú” e “Cali” é referência de amizade, companheirismo, cumplicidade, alto-astral, honestidade e muito respeito. Quem encontra um amigo, encontra um grande tesouro.

Alegria de pobre dura pouco





por Manoel Arthur

Como estudante e sendo sustentado pelos pais, sempre fico pensando o que faria se ganhasse algum prêmio. Com que iría gastar? Reforma o apartamento? Guarda o prêmio para pagar o crédito estudantil da faculdade? Ou comprar um carro? Por falar em carro foi este prêmio que acreditei que tinha ganhado, quando um funcionário de uma determinada loja de moda masculina conhecida na cidade, telefonou para meu celular avisando-me que tinha ganhado um automóvel em um sorteio realizado na loja, como promoção surpresa.
As compras que realizei na loja foram para minha colega que comprou roupas para seu noivo. Quando recebi o telefonema, o “funcionário” da loja informou que as compras tinham sido efetuadas no meu cartão, só que as compras, não foram efetivamente para meu uso. Desde o primeiro momento que estava ouvindo as informações pelo meu celular, fiquei com a pulga atrás da orelha, já que não tinha assinado nenhum cupom. E quem estava do meu lado na hora desse telefonema? Minha colega das compras, que tinha pedido meu celular emprestado, para falar com sua irmã e que tinha avisado que se um número desconhecido me telefonasse para mim, era para ela a ligação.
No momento em que meu celular toca, falo que deve ser para ela já que não conhecia o número, e ela fala que é para eu atender. Nesse exato momento ela finge está tendo uma dor na perna e até chorar, chorou, para vocês perceberem, como tudo foi muito bem planejado por meus amados coleginhas. Eu que só ganhei até hoje em minha vida um urso de pelúcia quando era pequeno, naqueles famosos álbuns de figurinhas. Ganhar um carro, naquele momento seria a solução para vários problemas.
Com a pulga atrás da orelha, mas já fazendo planos com o dinheiro da venda do carro, o bendito “funcionário” da loja, avisa que tinha que ir ao shopping naquele dia, e resolver para quem ficaria o prêmio, para quem passou o cartão ou para quem tinha sido feita as compras. Eu já com minha cabeça a todo vapor fiquei pensado que teria que dividir o prêmio, mas no fundo queria só para mim, já que tinha utilizado meu cartão.
Saiu do laboratório de áudio e vídeo e encontro com meus outros colegas, na praça de convivência da faculdade, que ficam sabendo da novidade, por minha colega que teria que dividir o prêmio. Todos ficam felizes com a notícia, enquanto eu, que já transpiro nas mãos normalmente, estava muito ansioso. Conversa vai, conversa vem, resolvo telefonar para a loja para resolver esse impasse, que fica martelando em minha cabeça resolvo telefonar para a loja.
Quando telefono para a loja minhas esperanças vão embora. Como se diz alegria de pobre dura pouco, tudo não passava de mais uma brincadeira da jornalista-atriz ou seria atriz-jornalista de minha grande colega. Enquanto isso meus amados colegas estão as gargalhadas, juntamente com o falso funcionário (diga-se de passagem, um colega do curso) que tinha me dado àquela maravilhosa noticia, que se evaporou assim que desliguei o celular.

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