O sucesso chegará?
Ao longo de anos, o universo feminino, vem lutando para entrar no cenário musical e reafirmar sua identidade. A busca pelo sucesso vem se perpetuando há anos. Umas conseguem, outras param por não terem os ingredientes suficientes para conquistá-lo. Eis a questão. Há uma formula para atingir o sucesso? Este chegarás um dia? Ganhar expressividade na música nunca foi uma tarefa para muitos e para qualquer gênero.
Durante décadas a mulher sempre teve um papel diferenciado, um tratamento direcionado ao papel que representava que era de ser “responsável pela procriação da espécie e de dona de casa”. No Brasil, com padrões culturais diferenciados, enquanto cantoras, musicistas, instrumentistas, inspiradoras de canções, poucas ou nenhuma antigamente tinham oportunidade, pois este papel cabia ao homem. Como passar dos anos e com a necessidade de ser tornar um agente social de mudanças, a mulher foi buscando se firmar no cenário musical.
No Brasil, a história da musicalidade feminina é despertada inicialmente por Chiquinha Gonzaga, personalidade feminina na história da música popular brasileira e uma das percussora da nacionalização musical, que ousou derrubar muitas barreiras e preconceitos para cantar. Graças a essa artista, que surgiu em 1899 a primeira composição para o carnaval brasileiro, “Ô Abre Alas”.
Depois de Chiquinha, nas décadas de 40 e 50, surgem as cantoras de rádio, Carmélia Alves, Ellen de Lima, Zezé Gonzaga e outras, cantando pré-bossa-nova. Nas décadas de 60 e 70, o universo musical vai ganhando maiores dimensões e vão surgindo nomes como de Maria Betânia, Gal Costa, Rita Lee, estas que já faziam um pouco de sucesso nos anos 50 e que devido a muitas dificuldades no meio artístico, não ganharam projeção. Mas quem definiu a arte de cantar foi Elis Regina, que com todo seu potencial revelou talentosos compositores como Milton Nascimento, João Bosco e outros.
Percebemos que mesmo poucas oportunidades, o papel da mulher foi fundamental no cenário da música brasileira, pois graças canções produzidas por elas, que a música brasileira foi apresentada ao mundo.
No Brasil de antigamente chegar ao ápice do sucesso, da fama, exigia alguns fatores, dente eles quebrar o preconceito de uma sociedade machista. Nos últimos anos, para atingir o ápice da fama, ganhar expressividade, fazer sucesso não é apenas lutar contra o preconceito, é também possuir muitos fatores como: sorte, talento, aceitação do mercado fonográfico e da mídia, e como diz Margareth Menezes: “Está no lugar certo e na hora certa”.
Na sociedade atual, está cada vez mais nítido que a música vem reafirmando a identidade feminina, pois graças ao talento que muitas mulheres possuem elas vem se tornando invejáveis e desejadas por muitos seguimentos no mundo inteiro. A cada dia, são vistos exemplos de cantoras vitoriosas. Hoje elas se tornaram símbolos sexuais, estréiam campanhas publicitárias, estapam as capas de revistas mais badaladas do país e vivem como verdadeiras rainhas.
Na Bahia, de acordo com o Jornalista e pesquisador da evolução da mulher no cenário musical Baiano, Perfilino Neto, a mulher foi se firmando na música à medida que o baiano começava a ter vida noturna e quando as emissoras de rádio foram se acentuando. “Inicialmente as cantoras baianas começaram sua carreira cantando em cassinos, e ai surge o rádio que teve um papel muito importante no incentivo da mulher na musica, pois abria espaços para elas cantarem suas canções”, afirmou em entrevista.
Nascer ricas, muitas não nasceu. Algumas tiveram dificuldades para conquistarem seu espaço, tiveram que romper barreiras, medo, discriminação, falta de incentivo e de apoio familiar. Lutaram contra tudo e contra todos.
Na Bahia, artistas como Margareth Menezes, também não teve uma vida fácil, correu atrás dos seus sonhos, quebrou barreiras e muitas vezes, foi vitima de discriminação. Hoje atingiu o sucesso e é considerada um dos ícones da musica baiana.
A banda Didá, formado em 1993, pelo maestro Neguinho do Samba, é outro exemplo de luta e determinação das mulheres na música baiana, pois formada por percursionistas, levantam o público na Praça Tereza Batista no Pelourinho, com suas batucadas.
“A vida do artista é feita do momento de sucesso e do não sucesso. E do sucesso dinovo. O que vale na vida do artista é o que ele constrói, é o legado que ele consegue fazer em memória da sua música e em memória da sua caminhada”, declarou Margaret Menezes. Dessa maneira que cantoras como Chiquinha Gonzaga, Carmen Miranda, Elis Regina fizeram durante sua carreira no Brasil e no mundo.
Conquistar o tão sonhado sucesso é buscar oportunidades e lutar contra as dificuldades. Salvador, terra do axé, é dona de uma grande mistura de ritmos. Por aqui tem espaço para o forró, o hip- hop, o reggae, a seresta, o chorinho, a música erudita, o samba e as batucadas. Cada ritmo tem sua representante feminina e cada uma delas quando cantam, mostram para o mundo o que a Bahia tem de melhor na música.
Atingir o sucesso é mais um desafio e um obstáculo a ser enfrentado por elas, pois nem sempre chega facilmente, é necessário ter paciência e buscar cautelosamente, pois pode chegar facilmente e em um piscar de olhos ir embora.
A busca incessante pelo reconhecimento é outro fator que as fazem ir cada vez mais atrás do seu espaço na mídia, é o que lhe encoraja para correr atrás de subsídios para conquistar seus objetivos.
Cada cantora baiana tem sua paixão. E foi graças ao amor pelo samba, que fez de Claudete Macedo ser a percussora do samba na Bahia. Seu sucesso de 1963 “Flor de Laranjeira” é interpretado até hoje por diversos artistas. Depois de uma vida difícil e de muitos contratempos em inicio de carreira, Claudete é hoje um exemplo de superação, e prova que as mulheres baianas são capazes de conquistar um espaço no cenário musical.
O que se percebe, é que o orgulho de ser mulher e de cantar, está enraizado em todas elas. Cantar e encantar são méritos conquistados por algumas mulheres depois de muitos anos na busca do reconhecimento, fama e sucesso.
Durante décadas a mulher sempre teve um papel diferenciado, um tratamento direcionado ao papel que representava que era de ser “responsável pela procriação da espécie e de dona de casa”. No Brasil, com padrões culturais diferenciados, enquanto cantoras, musicistas, instrumentistas, inspiradoras de canções, poucas ou nenhuma antigamente tinham oportunidade, pois este papel cabia ao homem. Como passar dos anos e com a necessidade de ser tornar um agente social de mudanças, a mulher foi buscando se firmar no cenário musical.
No Brasil, a história da musicalidade feminina é despertada inicialmente por Chiquinha Gonzaga, personalidade feminina na história da música popular brasileira e uma das percussora da nacionalização musical, que ousou derrubar muitas barreiras e preconceitos para cantar. Graças a essa artista, que surgiu em 1899 a primeira composição para o carnaval brasileiro, “Ô Abre Alas”.
Depois de Chiquinha, nas décadas de 40 e 50, surgem as cantoras de rádio, Carmélia Alves, Ellen de Lima, Zezé Gonzaga e outras, cantando pré-bossa-nova. Nas décadas de 60 e 70, o universo musical vai ganhando maiores dimensões e vão surgindo nomes como de Maria Betânia, Gal Costa, Rita Lee, estas que já faziam um pouco de sucesso nos anos 50 e que devido a muitas dificuldades no meio artístico, não ganharam projeção. Mas quem definiu a arte de cantar foi Elis Regina, que com todo seu potencial revelou talentosos compositores como Milton Nascimento, João Bosco e outros.
Percebemos que mesmo poucas oportunidades, o papel da mulher foi fundamental no cenário da música brasileira, pois graças canções produzidas por elas, que a música brasileira foi apresentada ao mundo.
No Brasil de antigamente chegar ao ápice do sucesso, da fama, exigia alguns fatores, dente eles quebrar o preconceito de uma sociedade machista. Nos últimos anos, para atingir o ápice da fama, ganhar expressividade, fazer sucesso não é apenas lutar contra o preconceito, é também possuir muitos fatores como: sorte, talento, aceitação do mercado fonográfico e da mídia, e como diz Margareth Menezes: “Está no lugar certo e na hora certa”.
Na sociedade atual, está cada vez mais nítido que a música vem reafirmando a identidade feminina, pois graças ao talento que muitas mulheres possuem elas vem se tornando invejáveis e desejadas por muitos seguimentos no mundo inteiro. A cada dia, são vistos exemplos de cantoras vitoriosas. Hoje elas se tornaram símbolos sexuais, estréiam campanhas publicitárias, estapam as capas de revistas mais badaladas do país e vivem como verdadeiras rainhas.
Na Bahia, de acordo com o Jornalista e pesquisador da evolução da mulher no cenário musical Baiano, Perfilino Neto, a mulher foi se firmando na música à medida que o baiano começava a ter vida noturna e quando as emissoras de rádio foram se acentuando. “Inicialmente as cantoras baianas começaram sua carreira cantando em cassinos, e ai surge o rádio que teve um papel muito importante no incentivo da mulher na musica, pois abria espaços para elas cantarem suas canções”, afirmou em entrevista.
Nascer ricas, muitas não nasceu. Algumas tiveram dificuldades para conquistarem seu espaço, tiveram que romper barreiras, medo, discriminação, falta de incentivo e de apoio familiar. Lutaram contra tudo e contra todos.
Na Bahia, artistas como Margareth Menezes, também não teve uma vida fácil, correu atrás dos seus sonhos, quebrou barreiras e muitas vezes, foi vitima de discriminação. Hoje atingiu o sucesso e é considerada um dos ícones da musica baiana.
A banda Didá, formado em 1993, pelo maestro Neguinho do Samba, é outro exemplo de luta e determinação das mulheres na música baiana, pois formada por percursionistas, levantam o público na Praça Tereza Batista no Pelourinho, com suas batucadas.
“A vida do artista é feita do momento de sucesso e do não sucesso. E do sucesso dinovo. O que vale na vida do artista é o que ele constrói, é o legado que ele consegue fazer em memória da sua música e em memória da sua caminhada”, declarou Margaret Menezes. Dessa maneira que cantoras como Chiquinha Gonzaga, Carmen Miranda, Elis Regina fizeram durante sua carreira no Brasil e no mundo.
Conquistar o tão sonhado sucesso é buscar oportunidades e lutar contra as dificuldades. Salvador, terra do axé, é dona de uma grande mistura de ritmos. Por aqui tem espaço para o forró, o hip- hop, o reggae, a seresta, o chorinho, a música erudita, o samba e as batucadas. Cada ritmo tem sua representante feminina e cada uma delas quando cantam, mostram para o mundo o que a Bahia tem de melhor na música.
Atingir o sucesso é mais um desafio e um obstáculo a ser enfrentado por elas, pois nem sempre chega facilmente, é necessário ter paciência e buscar cautelosamente, pois pode chegar facilmente e em um piscar de olhos ir embora.
A busca incessante pelo reconhecimento é outro fator que as fazem ir cada vez mais atrás do seu espaço na mídia, é o que lhe encoraja para correr atrás de subsídios para conquistar seus objetivos.
Cada cantora baiana tem sua paixão. E foi graças ao amor pelo samba, que fez de Claudete Macedo ser a percussora do samba na Bahia. Seu sucesso de 1963 “Flor de Laranjeira” é interpretado até hoje por diversos artistas. Depois de uma vida difícil e de muitos contratempos em inicio de carreira, Claudete é hoje um exemplo de superação, e prova que as mulheres baianas são capazes de conquistar um espaço no cenário musical.
O que se percebe, é que o orgulho de ser mulher e de cantar, está enraizado em todas elas. Cantar e encantar são méritos conquistados por algumas mulheres depois de muitos anos na busca do reconhecimento, fama e sucesso.




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