Alegria de pobre dura pouco
Como estudante e sendo sustentado pelos pais, sempre fico pensando o que faria se ganhasse algum prêmio. Com que iría gastar? Reforma o apartamento? Guarda o prêmio para pagar o crédito estudantil da faculdade? Ou comprar um carro? Por falar em carro foi este prêmio que acreditei que tinha ganhado, quando um funcionário de uma determinada loja de moda masculina conhecida na cidade, telefonou para meu celular avisando-me que tinha ganhado um automóvel em um sorteio realizado na loja, como promoção surpresa.
As compras que realizei na loja foram para minha colega que comprou roupas para seu noivo. Quando recebi o telefonema, o “funcionário” da loja informou que as compras tinham sido efetuadas no meu cartão, só que as compras, não foram efetivamente para meu uso. Desde o primeiro momento que estava ouvindo as informações pelo meu celular, fiquei com a pulga atrás da orelha, já que não tinha assinado nenhum cupom. E quem estava do meu lado na hora desse telefonema? Minha colega das compras, que tinha pedido meu celular emprestado, para falar com sua irmã e que tinha avisado que se um número desconhecido me telefonasse para mim, era para ela a ligação.
No momento em que meu celular toca, falo que deve ser para ela já que não conhecia o número, e ela fala que é para eu atender. Nesse exato momento ela finge está tendo uma dor na perna e até chorar, chorou, para vocês perceberem, como tudo foi muito bem planejado por meus amados coleginhas. Eu que só ganhei até hoje em minha vida um urso de pelúcia quando era pequeno, naqueles famosos álbuns de figurinhas. Ganhar um carro, naquele momento seria a solução para vários problemas.
Com a pulga atrás da orelha, mas já fazendo planos com o dinheiro da venda do carro, o bendito “funcionário” da loja, avisa que tinha que ir ao shopping naquele dia, e resolver para quem ficaria o prêmio, para quem passou o cartão ou para quem tinha sido feita as compras. Eu já com minha cabeça a todo vapor fiquei pensado que teria que dividir o prêmio, mas no fundo queria só para mim, já que tinha utilizado meu cartão.
Saiu do laboratório de áudio e vídeo e encontro com meus outros colegas, na praça de convivência da faculdade, que ficam sabendo da novidade, por minha colega que teria que dividir o prêmio. Todos ficam felizes com a notícia, enquanto eu, que já transpiro nas mãos normalmente, estava muito ansioso. Conversa vai, conversa vem, resolvo telefonar para a loja para resolver esse impasse, que fica martelando em minha cabeça resolvo telefonar para a loja.
Quando telefono para a loja minhas esperanças vão embora. Como se diz alegria de pobre dura pouco, tudo não passava de mais uma brincadeira da jornalista-atriz ou seria atriz-jornalista de minha grande colega. Enquanto isso meus amados colegas estão as gargalhadas, juntamente com o falso funcionário (diga-se de passagem, um colega do curso) que tinha me dado àquela maravilhosa noticia, que se evaporou assim que desliguei o celular.
As compras que realizei na loja foram para minha colega que comprou roupas para seu noivo. Quando recebi o telefonema, o “funcionário” da loja informou que as compras tinham sido efetuadas no meu cartão, só que as compras, não foram efetivamente para meu uso. Desde o primeiro momento que estava ouvindo as informações pelo meu celular, fiquei com a pulga atrás da orelha, já que não tinha assinado nenhum cupom. E quem estava do meu lado na hora desse telefonema? Minha colega das compras, que tinha pedido meu celular emprestado, para falar com sua irmã e que tinha avisado que se um número desconhecido me telefonasse para mim, era para ela a ligação.
No momento em que meu celular toca, falo que deve ser para ela já que não conhecia o número, e ela fala que é para eu atender. Nesse exato momento ela finge está tendo uma dor na perna e até chorar, chorou, para vocês perceberem, como tudo foi muito bem planejado por meus amados coleginhas. Eu que só ganhei até hoje em minha vida um urso de pelúcia quando era pequeno, naqueles famosos álbuns de figurinhas. Ganhar um carro, naquele momento seria a solução para vários problemas.
Com a pulga atrás da orelha, mas já fazendo planos com o dinheiro da venda do carro, o bendito “funcionário” da loja, avisa que tinha que ir ao shopping naquele dia, e resolver para quem ficaria o prêmio, para quem passou o cartão ou para quem tinha sido feita as compras. Eu já com minha cabeça a todo vapor fiquei pensado que teria que dividir o prêmio, mas no fundo queria só para mim, já que tinha utilizado meu cartão.
Saiu do laboratório de áudio e vídeo e encontro com meus outros colegas, na praça de convivência da faculdade, que ficam sabendo da novidade, por minha colega que teria que dividir o prêmio. Todos ficam felizes com a notícia, enquanto eu, que já transpiro nas mãos normalmente, estava muito ansioso. Conversa vai, conversa vem, resolvo telefonar para a loja para resolver esse impasse, que fica martelando em minha cabeça resolvo telefonar para a loja.
Quando telefono para a loja minhas esperanças vão embora. Como se diz alegria de pobre dura pouco, tudo não passava de mais uma brincadeira da jornalista-atriz ou seria atriz-jornalista de minha grande colega. Enquanto isso meus amados colegas estão as gargalhadas, juntamente com o falso funcionário (diga-se de passagem, um colega do curso) que tinha me dado àquela maravilhosa noticia, que se evaporou assim que desliguei o celular.
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