O Viajante do Mundo
Para Stuart o mundo é a sua casa. Viajante compulsivo ele já viu de tudo um pouco nessa vida. Aos 13 anos, ele sabia que a sua alma ia além das quatro paredes do seu quarto. Durante longas noites da sua adolescência ele se imaginava em vários lugares do planeta, assim conhecendo pessoas, culturas e acima de tudo conhecendo as maravilhas do mundo. E aos 20 anos toda essa imaginação se concretizou.
Agora com 29 anos ele parou as suas andanças pelo mundo, para fazer um balanço. No seu quarto ele recordou a sua primeira viajem, na qual teve grandes surpresas. Em 1996, Stuart se encontrava na América do Sul, mais precisamente na Argentina. Em Buenos Aires, a capital do país, Stuart conheceu uma argentina que lhe ensinou a dançar o verdadeiro tango. Ela foi a primeira de várias que ele conquistou com essas andanças pelo mundo.
Em Março daquele mesmo ano, ele conheceu o Uruguai e por meses adentro o Chile, Peru, Colômbia e Venezuela fizeram parte do seu destino. No primeiro mês de 1997, Stuart se encantou com a savana africana e toda a sua magia que aquele lugar passa. E foi lá que ele tocou pela primeira vez em um filhote de leão, vencendo o seu medo de animais. Meses depois, ele se encontrava em Cairo no Egito, ali ele conquistou uma dançarina de dança do ventre que lhe mostrou todos os mistérios daquela terra.
Da África a Europa, conhecendo assim Portugal, Espanha, França e Itália. Sendo quem em Roma ele realizou um sonho que foi tocar nas paredes do Coliseu. Na Suíça, Stuart passou por uma situação nada agradável, foi assaltado e assim perdendo todo o seu dinheiro. Com amizades que fizera acabou conseguindo um emprego em uma fábrica de chocolates suíços. Aqueles foram os meses mais doces da sua vida.
Em 1998, Stuart se encontrava na China e teve um grande choque cultural ao experimentar as excentricidades da culinária chinesa. No Japão se encantou com o colorido das luzes na cidade de Tóquio. Espantou-se com a quantidade de gente que atravessavam as ruas da cidade e sentiu pela primeira vez saudades da sua terra, a cidade de Sena Madureira no Acre. Da Ásia para a Oceania, em Sidney ele sentiu toda a adrenalina de uma cidade que não para. Em uma boate famosa da cidade, Stuart provou pela primeira vez pílulas de êxtase. Atordoado com o efeito desmaiou e só acordou em um leito de hospital. Dias depois riu de toda a situação que passou.
Agora deitado na sua cama ele viu o quanto ele ganhou nessa jornada pelo mundo. O quanto o mundo é maravilhoso e acima de tudo o quanto as pessoas são fantásticas. Stuart sentiu que o mundo está livre para qualquer um que um dia faça o que ele fez e sentiu também que a liberdade é tudo na vida de um ser humano. Em seus pensamentos, se ele morresse hoje seria a pessoa mais feliz de todo esse planeta, por ser um viajante do mundo.
Agora com 29 anos ele parou as suas andanças pelo mundo, para fazer um balanço. No seu quarto ele recordou a sua primeira viajem, na qual teve grandes surpresas. Em 1996, Stuart se encontrava na América do Sul, mais precisamente na Argentina. Em Buenos Aires, a capital do país, Stuart conheceu uma argentina que lhe ensinou a dançar o verdadeiro tango. Ela foi a primeira de várias que ele conquistou com essas andanças pelo mundo.
Em Março daquele mesmo ano, ele conheceu o Uruguai e por meses adentro o Chile, Peru, Colômbia e Venezuela fizeram parte do seu destino. No primeiro mês de 1997, Stuart se encantou com a savana africana e toda a sua magia que aquele lugar passa. E foi lá que ele tocou pela primeira vez em um filhote de leão, vencendo o seu medo de animais. Meses depois, ele se encontrava em Cairo no Egito, ali ele conquistou uma dançarina de dança do ventre que lhe mostrou todos os mistérios daquela terra.
Da África a Europa, conhecendo assim Portugal, Espanha, França e Itália. Sendo quem em Roma ele realizou um sonho que foi tocar nas paredes do Coliseu. Na Suíça, Stuart passou por uma situação nada agradável, foi assaltado e assim perdendo todo o seu dinheiro. Com amizades que fizera acabou conseguindo um emprego em uma fábrica de chocolates suíços. Aqueles foram os meses mais doces da sua vida.
Em 1998, Stuart se encontrava na China e teve um grande choque cultural ao experimentar as excentricidades da culinária chinesa. No Japão se encantou com o colorido das luzes na cidade de Tóquio. Espantou-se com a quantidade de gente que atravessavam as ruas da cidade e sentiu pela primeira vez saudades da sua terra, a cidade de Sena Madureira no Acre. Da Ásia para a Oceania, em Sidney ele sentiu toda a adrenalina de uma cidade que não para. Em uma boate famosa da cidade, Stuart provou pela primeira vez pílulas de êxtase. Atordoado com o efeito desmaiou e só acordou em um leito de hospital. Dias depois riu de toda a situação que passou.
Agora deitado na sua cama ele viu o quanto ele ganhou nessa jornada pelo mundo. O quanto o mundo é maravilhoso e acima de tudo o quanto as pessoas são fantásticas. Stuart sentiu que o mundo está livre para qualquer um que um dia faça o que ele fez e sentiu também que a liberdade é tudo na vida de um ser humano. Em seus pensamentos, se ele morresse hoje seria a pessoa mais feliz de todo esse planeta, por ser um viajante do mundo.


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